Resposta detalhada
A cirurgia costuma entrar em discussão quando o paciente se incomoda com dorso, ponta, largura, assimetria aparente ou consequência de trauma. Em alguns casos, a queixa funcional também aparece, o que pode fazer a conversa migrar para um planejamento combinado com septo e vias internas.
Não existe indicação responsável sem exame físico. Qualidade da pele, espessura dos tecidos, suporte cartilaginoso e histórico cirúrgico anterior alteram a estratégia e os limites do caso.
O que não deve ser ignorado
Expectativas muito rígidas, busca por simetria absoluta ou pouca disposição para o tempo real de recuperação são sinais de que a consulta precisa ser mais cuidadosa antes de qualquer decisão.